Ser eliminado por um time pequeno normalmente causa turbulência nos grandes. Com o Corinthians no Campeonato Paulista aconteceu em 1989, diante do São José, e agora é a vez de encarar o surpreendente Oeste, de Itápolis, nas quartas de final.
A bola rola neste sábado, a partir das 18h30, no Pacaembu, e um empate leva a decisão para os pênaltis. Um fracasso provavelmente significará uma nova crise no Parque São Jorge, três meses após o fiasco na Copa Libertadores, além de uma situação desconfortável para o técnico Tite.
Será o segundo duelo de mata-mata do Corinthians no ano. Em fevereiro, a equipe alvinegra perdeu para o Tolima, na Pré-Libertadores, e viveu o seu pior momento desde o rebaixamento para a Série B, em 2007. Tite contou com o apoio do presidente Andrés Sanchez, obteve bons resultados no Estadual e permaneceu no cargo.
Agora, uma derrota frente ao Oeste deixaria os corintianos inativos durante um mês, até o início do Brasileiro. Por isso, a pressão sobre o treinador e os jogadores.
“Falamos [da importância do Paulista] desde o dia que perdemos para o Tolima. É a nossa realidade, sem desespero, sem loucura. É um jogo decisivo, porque temos a pretensão de titulo”, comentou Tite.
A última vez que o Corinthians enfrentou uma equipe do interior durante fase eliminatória ocorreu em 2003 – vitória por 2 a 1 sobre o União Barbarense, com direito a gol de Liedson. Há 22 anos, porém, a sorte esteve do lado do São José, que ganhou por 3 a 0 nas semifinais (2 a 0 na prorrogação) e decidiu o título com o São Paulo.
Fonte: Uol Esportes


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